terça-feira, novembro 11, 2014

Reunião ampliada do PT-Curitiba

Reunião realizada do Centro Cultural dos Bancários. No microfone, Elias Hennemann, presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba.  

Verificar acertos e erros da caminhada. O que está certo, orientação aos passos futuros. O que está errado, correção do percurso.

Assim é a militância petista: sempre disposta ao diálogo e unida quando a causa convence.

Num futuro bem próximo, duas bandeiras prioritárias: Reforma Política e democratização da mídia.

Orgulho da estrela no peito, sem medo ou pudor.

Deputados  Estaduais Professor Lemos e Tadeu Veneri; Deputado Federal e presidente do PT Estadual Enio Verri

segunda-feira, novembro 10, 2014

Diálogo impertinente

- E aí, Si. Tudo bem? Amigas, né. – Disse sorridente.

Fazia mais de um mês que não via a pessoa.

- Amiga???? - Respondi com ar de surpresa. Amiga não compartilha mentiras, ofensas. Amiga não desrespeita outra mulher só porque é candidata em campo oposto ao seu. Isso é falta de caráter e eu quero ter amigas de bom caráter. – Complementei.

- Ah!!! Deixa disso. Eu só compartilhei. – Falou, na tentativa de atenuar inclusive os “concordo” complementado por ela nos memes mal criados vindo dos ADias, Caiado, Francischini...

- Quem curte e compartilha deliberadamente mensagens mentirosas - pode ser na política, no trabalho, na vida - não merece respeito. – Retruquei.

- Então você não é mais minha amiga no face. – Falou em tom esnobe.

- Não se preocupe. Já a excluí há algum tempo.

O professor avisa que a aula do alongamento vai começar. Uma das participantes inesperadamente me dá um abraço e diz: “Sirlei, eu te amo."

domingo, novembro 02, 2014

Cala-te FHC.

“É bom retomar logo a ofensiva na agenda e nos debates políticos. Para começar, não se pode aceitar passivamente que a “desconstrução” do adversário, a propaganda negativa à custa de calúnias e deturpações de fatos, seja instrumento da luta democrática.”

Faço minhas as palavras de FHC.

O PT e seus principais expoentes ao longo dos últimos anos foram vítimas das mais sórdidas mentiras espalhadas à exaustão em todos os cantos do país.

Lembro algumas do Lula.

. Se eleito, mandaria os sem-teto invadir apartamento de gente rica.

. Se presidente, a cor da bandeira do Brasil iria mudar para vermelho.

. Lula é detentor de patrimônio valiosíssimo guardado em bancos suíços.

. Filho do Lula é dono de castelo, da Friboi...

Da Dilma, crueldade pura. Senão vejamos.

. Dilma apoia o aborto.

. Mulher assassina. Matou milhares em guerrilhas.

Em campanhas, armadilhas de todos os lados.

. O PT sequestrou o empresário Abílio Diniz.

. Serra simula ferimento na testa feito com bolinha de papel.

. A abjeta Revista Veja incrimina Lula e Dilma sem lógica nem provas na véspera da eleição. Terrorismo.

. Não satisfeitos, no dia da eleição viralizam notícia da morte do Yousseff, com suspeitas ao PT.

E as mentiras continuam a todo vapor.

. Brasil paga pensão milionária à viúva de Che Guevara.

Pois é FHC. Teu entorno é mestre em deturpar fatos, mentir e caluniar.

Mídia golpista a serviço da despolitização

A revista Época estampa na capa uma série de aspirações do povo  pós eleições: escola para o filho, vaga na creche, colocação no mercado de trabalho... complementa  afirmando que o que o povo quer nada tem a ver com reforma política.
A revista está correta.
A reforma política deles  se resume em acabar com a reeleição e implantar o voto distrital misto. Realmente, é complicado ao povo entender estas propostas como benefício social.
Mas isso não é reforma. É remendo oportunista das normas em vigor.  
A direita se propõe mexer nas leis da política apenas para atender interesses circunstanciais.
Prova disso, eles próprios aprovaram o instituto da reeleição para propiciar mais um mandato ao FHC. Expectativa de eternização no poder.  O plano besta  saiu pela culatra e agora na maior desfaçatez querem voltar ao sistema anterior.  
Voto distrital, distrital misto ou do jeito que está é importante debater, mas não é o cerne da questão.
Para dar conta do que o povo espera da Dilma e dos próximos governos, é preciso uma reforma política e eleitoral decente, completa e atemporal.
Para sobrar mais recursos  às políticas públicas é preciso acabar com a farra de dinheiro gasto em campanhas eleitorais.   É necessário dar fim ao troca-troca de partidos levado por interesses escusos. É preciso romper com a  cultura do  “quanto mais rica a campanha mais forte é o candidato”.  

Aos bravos escrevedores da Época, um brinde  ao golpismo midiático mais uma vez manifestado nas capas de revista.  

sexta-feira, outubro 31, 2014

Golpe não, tucanada!

A ida do senador Aécio Neves ao TSE com o objetivo de questionar o resultado das eleições é repugnante.
Mas é compreensível.
Afinal, o tucano nunca precisou de grande esforço para se promover política.
Criado no ambiente político desde que veio ao mundo, avô, tio e pai lhes ensinaram que o importante é se dar bem. Não importam os meios. Tanto que não importam, que para chegar onde chegou, Aécio amordaçou a imprensa crítica mineira, cobriu de dotes a parentalha para se fortalecer “à la coronel”, negou veementemente a vida de “bon vivant” carioca sustentada com dinheiro público, se fez homem e habitou entre os mineiros.
Uma carreira de sucesso, sem dúvida, mas conseguida pelo viés sórdido da política. Tudo de mão beijada.
Aí o homem perde as eleições para Dilma, uma mulher diferente de tudo o que ele é.
O Brasil mostrou que é maior que a Minas da família Neves.
Aécio jamais irá se conformar.

segunda-feira, outubro 27, 2014

Vida de militante

Após 3 meses consegui  nesta segunda arrumar o quarto antes do desjejum. 
O  Lilico está feliz por não me ver sair de casa afobada todas as manhãs.
Agenda mais extensa e qualificada. Novos contatos, novos amigos, gente nova  na política.  Anote meu número. Ligue prá mim. Rotina constante.
Quem não pula é tucano. Haja joelho para competir no salto com a moçada mais nova. Esforço descomunal.
Na pressa, roupas  direto para a máquina de lavar com adesivo da campanha.  Haja esforço para tirar as marcas grudentas  das camisetas.
Um calo no dedo mingo do pé e um par de tênis  acabado. Voz rouca e cansaço.

Valeu. E valerá  sempre,  quando se tem a clareza de quem e para que se luta.

Juntando os cacos

A vitória da Dilma Rousseff poderia ser uma alegria plena. Mas infelizmente, não é.
De repente, o grito da vitória se transforma num sentimento de tristeza e frustração.
Tristeza em saber o quanto o povo brasileiro regrediu na forma de pensar e ver o mundo.
Frustração pela energia gasta no combate a desaforos, cara feia, xingamentos, desinformação e mau caráter dos adversários.
Só quem saiu em campo com a estrela no peito e bandeira vermelha desfraldada, sentiu na pele o que é lidar com uma direita preconceituosa, bruta, xenófoba e homofóbica.
À presidenta Dilma, responsabilidades em dobro. Além do saber governar, o desafio de restituir a paz e harmonia do seu povo.
O Brasil precisa urgente se desarmar. E se amar.