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terça-feira, dezembro 09, 2014

Pacotão de Maldades do Beto Richa é aprovado na íntegra

Manifestantes tentaram barrar o pacote de maldades do governo.
O ano de 2014 termina com surpresas desagradáveis ao povo paranaense. Com a desculpa de ajustar as contas do governo, deputados governistas  passaram o trator e aprovaram o Pacote de Maldades do Beto Richa (PSDB).

As medidas são impopulares ao extremo e mexem com a vida de todos os cidadãos.
O IPVA será reajustado em 40%, com apenas 3% de desconto para pagamento à vista. O pacote contempla ainda aumento do ICMS, taxação de 11% no salário dos aposentados e pensionistas.  Ao todo são 20 medidas.

Mesmo diante dos reiterados apelos da oposição de mais tempo para debater as propostas, o pacotão foi aprovado na íntegra em regime de urgência.

A medida foi recebida por muitos protestos vindos das galerias da ALEP. Sindicalistas, movimentos sociais, servidores e famílias atingidas pelas maldades, repudiaram a incompetência administrativa do governo e a forma antidemocrática da casa para empurrar goela abaixo as medidas indigestas.


Dos 54 deputados, , 37 votaram a favor das maldades, 15 foram contra e 2  faltaram na sessão.  

quarta-feira, dezembro 03, 2014

Onde tem notícia de tucano, tem praga

Esta baby boomer que vos fala pensou em dar um tempo da política, pelo menos até o Carnaval. Droga, não deu.

Acontecimentos drásticos na seara mostram que é impossível ter sossego neste país.

Em concomitância, os tucanos Aécio e Beto Richa resolveram mostrar as garras.

O primeiro, inconformado com a derrota, entre focos e holofotes, fala o que vem na telha, menospreza a democracia, agride pessoas e instituições. Age como se o mundo tivesse que circular em seu entorno.

Num rompante de valentia, chamou o PT de “organização criminosa”. Disso ele entende. Só não vale querer equiparar-se a si próprio.

Aécio não faz oposição ao governo Dilma. Aécio espalha ódio. Até quando?

Já Beto Richa... Ah esse governador. De repente, decidiu impor ao povo paranaense aumentos abusivos nos serviços administrados pelo Estado.

A começar pelos 10% de aumento no pedágio. Considere-se que o custo das rodovias pedagiadas no Paraná já é o mais caro do país. Mesmo assim, dá-lhe alta.

O IPVA virou sinônimo de desgoverno. Primeiro se aprova um desconto de 10% para pagamento à vista adiantado. Nem um mês depois, um novo projeto é encaminhado, desta vez com redução do desconto para 3%. Os cálculos são feitos a bel-prazer e sem planejamento.

E vem mais surpresas por aí.



quinta-feira, novembro 20, 2014

Vem aí novo aumento do pedágio

O custo do pedágio impacta direta e indiretamente na vida de milhões de paranaenses. Os aumentos são recorrentes e não há Cristo que consiga impedir os valores abusivos praticados pelas concessionárias.

Entra governo, sai governo e tudo continua do mesmo jeito. Os contratos são prorrogados com cláusulas ratificadas sempre em franco favorecimento às empresas.

E até quando?

Parece haver uma espécie de resignação do povo paranaense em relação às decisões e acordos do governo junto às administradoras dos pedágios.

O mesmo não se vê, no entanto, quando do aumento no preço das passagens do transporte coletivo. Aí o povo não fica passivo. Xinga o prefeito, exige explicações, parte prá briga.

Há de se perguntar, o porquê de o povo não se rebelar também com o aumento do pedágio.

Afinal, ter carro não significa poder aquisitivo alto.

Se pagar passagem todo dia mexe no bolso, viajar a trabalho ou lazer,  mais ainda.

domingo, novembro 16, 2014

Passagem sobe. Trabalhador sofre. Empresário enriquece.


O preço do ônibus do transporte coletivo de Curitiba subiu R$ 15 centavos. Passou  de R$ 2,70 para R$ 2,85.
Mais surpresas.  O prefeito sinaliza com novo aumento já nos primeiros meses de 2015.
Como não poderia deixar de ser, o povo não gostou nem um pouco da medida.
Mas o porquê da gritaria se não existe decreto para tarifa congelada?
É simples.
Durante a campanha para a prefeitura, foi muito forte o debate sobre os critérios adotados para reajustar o valor das passagens. O povo, organizado ou não, cobrou do novo prefeito  uma postura séria, não só no trato da tarifa, como também de melhorias no transporte público. Muito se falou em formação de cartel, falta de transparência para se chegar a um preço justo da passagem,  e relações incestuosas entre empresários, sindicatos  e  administração pública.
Gustavo Fruet ouviu os reclamos. Tão logo assumiu a prefeitura ordenou auditoria ao setor. Análises dos extensos relatórios resultaram em encaminhamento da papelada ao  Ministério Público.
Em verificação de planilhas e cálculo de subsídios, constatação estranha de Imposto de Renda dos empresários e repasse de verbas ao sindicato inclusos no custo na tarifa paga pelos usuários do transporte coletivo.  Exemplo de prática lesiva ao bolso do cidadão.
De lá para cá pouca coisa mudou.
As empresas continuam as mesmas. Os empresários continuam os mesmos.
Só o preço da passagem que mudou.

quinta-feira, janeiro 31, 2013

Os bobões da Marechal

Seria cômico se um cidadão, em sã consciência, fosse a favor de aumento no custo de algum bem de consumo, principalmente o combustível, líquido este indispensável ao nosso carro de cada dia. 
Mais cômico porém, é a ira provocada em meia dúzia de bobões fora de época. Eles estão chamando o povo para participar de um carnavalzinho na Mal. Deodoro no sábado para protestar contra a recente alta autorizada pelo governo nos preços dos combustíveis.
Ridículos. Onde estavam estes protestadores, quando dias atrás os postos de gasolina subiram os preços ao seu bel prazer, sem lógica ou disfarce para justificar o procedimento abusivo? Talvez estivessem atrás do balcão de um desses estabelecimentos contabilizando os lucros e agora são contra porque a medida é governamental. 
Sem dó nem piedade, Beto Richa anuncia aumento na conta de água. Será que a medida também será alvo de protestos na Marechal? É claro que não.
O que eles querem, de verdade, é provocar desgaste no governo da Dilma. Mas eles não vão conseguir. Os argumentos são frágeis e as intenções arraigadas de hipocrisia.