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quinta-feira, fevereiro 12, 2015

O Paraná falido e servidores pagam o pato


É falacioso o argumento do governo de que as medidas de contenção de despesas via pacotaço de maldades resolva o problema de caixa do Estado.
Beto Richa escolheu o caminho errado. O pior caminho.

Para o governo, é mais fácil emplacar demissões e redução de direitos do funcionalismo público; desmontar as estruturas das escolas, atrasar salários, que mexer com as áreas que realmente oneram os cofres públicos.

A crise se arrasta há anos. No entanto, para garantir vitória nas eleições, Richa escondeu a barbárie a sete chaves.

O judiciário é agraciado com auxílio aluguel de R$ 4 mil mensais; secretários e comissionados não se intimidam com a auto concessão de polpudos salários; a quantia das verbas destinadas aos deputados é proporcional à subserviência e ao puxassaquismo ao governo. Esta é a realidade.

E o povo não representado dignamente pelo executivo, ainda tem um legislativo mercantilista; pobre de formação política.

Para onerar ainda mais os cofres, tem o repasse ininterrupto de grana graúda a jornalões e jornalecos do Paraná inteiro; gente da imprensa chapa-branca que sobrevive à custa de publicação alvissareira ao governo.

Aonde o Paraná vai chegar?

Com certeza, o pacote de maldades em curso só faz piorar a situação.

Nada para pior para um governo quando ele deixa de ser amado pelo seu povo.

Richa pode se surpreender. E se arrepender.

terça-feira, dezembro 09, 2014

Pacotão de Maldades do Beto Richa é aprovado na íntegra

Manifestantes tentaram barrar o pacote de maldades do governo.
O ano de 2014 termina com surpresas desagradáveis ao povo paranaense. Com a desculpa de ajustar as contas do governo, deputados governistas  passaram o trator e aprovaram o Pacote de Maldades do Beto Richa (PSDB).

As medidas são impopulares ao extremo e mexem com a vida de todos os cidadãos.
O IPVA será reajustado em 40%, com apenas 3% de desconto para pagamento à vista. O pacote contempla ainda aumento do ICMS, taxação de 11% no salário dos aposentados e pensionistas.  Ao todo são 20 medidas.

Mesmo diante dos reiterados apelos da oposição de mais tempo para debater as propostas, o pacotão foi aprovado na íntegra em regime de urgência.

A medida foi recebida por muitos protestos vindos das galerias da ALEP. Sindicalistas, movimentos sociais, servidores e famílias atingidas pelas maldades, repudiaram a incompetência administrativa do governo e a forma antidemocrática da casa para empurrar goela abaixo as medidas indigestas.


Dos 54 deputados, , 37 votaram a favor das maldades, 15 foram contra e 2  faltaram na sessão.  

segunda-feira, maio 02, 2011

De olho no novo Código Florestal

Essa discussão do novo Código Florestal tem horas que vira piada. Os verdes querem mais mata, os latifundiários mais área de plantio e os políticos? Esses querem ficar de bem com os dois lados.

Encontrar um jeito de preservar o meio ambiente e ao mesmo tempo colocar o País no rumo da competitividade, é a síntese do pensamento da maioria dos deputados sobre o tema.

É muita obviedade e pouco resultado, quando se tem nas mãos a responsabilidade de decisão sobre as mudanças do código.

Senadora onipresente. Deputado ausente.

Quem acompanha a atuação da Gleisi Hoffmann(PT), percebe que a senadora é um ás no volante. Ora participa das sessões do Senado, ora atende prefeitos, ora está nos debates das comissões, ora atende correligionários, e assim por diante. Se não bastasse, ainda cumpre agenda intensa nos finais de semana em contatos e audiências com suas bases.

Tem parlamentar que está torcendo o nariz prá Gleisi. Alegam que a senadora extrapola a área de atuação no exercício da função pública. A situação incomoda tanto, que querem até propor um debate para delimitar o que um senador pode ou não fazer, principalmente nos seus Estados. Pura ciumeira.

Esta blogueira entende que, se a senadora se desdobra e o povo gosta, é porque tem deputado precisando revisar seus conceitos.