Marcos Feliciano diz que vai processar a galera da Porta dos Fundos, canal satírico do youtube assistido por milhões de pessoas. Curiosidade atiçada, assisti uns vídeos produzidos pela moçada, entre eles o que foi objeto da ira do deputado. O vídeo ironiza a história do nascimento de Jesus, a virgindade da mãe Maria e o papel de José nesse imbróglio.
A igreja doutrinou os fieis a acreditarem no nascimento do Homem de um jeito puro, ingênuo. Como um conto de fadas. Ninguém pára para pensar de onde vem, a quem interessa e se é verdade ou não o tal milagre contado. Uma cegueira sagrada toma conta das pessoas, a ponto de muita gente considerar ofensivo o questionamento de tais dogmas.
Existem fatos históricos inquestionáveis. Estão ali para quem quiser ver. Um exemplo vivo da devassidão humana, pode ser testemunhado num passeio pelas ruínas de Pompeia, na Itália, cidade engolida pelo Vesúvio em 79 d.C . e escavada após 1600 anos. Desenhos do órgão sexual masculino cunhados em pedra no chão indicam o caminho do prostíbulo. Também da Roma Antiga, esculturas preservadas até hoje – verdadeiras obras de arte – expõe o nu sem pudor. Pinturas retratam pessoas nuas misturando-se umas as outras. Há também o registro da ganância, loucuras e orgias dos imperadores romanos, com a cumplicidade inequívoca da Igreja Católica. Um poder não sobrevivia sem o outro.
A questão não está na crença ou negação da história religiosa. Cada um que acredite no que quiser. A questão está na tentativa de cercear a liberdade dos céticos e questionadores.
Feliciano não pode, sob nenhuma hipótese, se achar no direito de impor sua crença, nem tampouco amordaçar os que acham essas lavagens cerebrais uma grande palhaçada.
terça-feira, janeiro 21, 2014
domingo, janeiro 12, 2014
Curitiba revive ato pró-redemocratização na Boca Maldita
Curitiba foi a primeira cidade a ser palco do comício da campanha Diretas Já há exatos 30 anos - 12 de janeiro de 1984. Naquele dia, mais de 40 mil pessoas reunidas na Boca Maldita clamavam pela volta da democracia depois de 20 anos de Ditadura Militar.
No mesmo local onde aconteceu o comício, nesta manhã de domingo foi realizado um ato para marcar a data. Estavam presentes o prefeito Gustavo Fruet e esposa Márcia Fruet, o presidente da CMC Paulo Salamuni, o líder do prefeito na câmara vereador Pedro Paulo (PT) e outras autoridades políticas. Mesmo em período de férias, dezenas de pessoas foram até a Boca e se emocionaram com as lembranças daquele dia que seria o início das manifestações gigantescas ocorridas em todo o país pelo fim da ditadura.
Um ônibus biarticulado está estacionado no local e dentro dele, tem imagens, textos e arquivos que contam a história dos anos de chumbo e a luta pela redemocratização no país.
A exposição fica aberta ao público até o dia 23.
quinta-feira, janeiro 02, 2014
Vai que a bola é tua Fruet!
- Nossa! A rodoviária está virada de ponta cabeça. Será que eles vão terminar a reforma até a copa? - Pergunta Guiomar, minha irmã, durante um papo de família.
- Isso não é nada. Duro mesmo são essas estações-tubo desativadas há mais de um ano. A gente tem que andar um montão prá pegar o ônibus. – Diz Elza, a outra irmã, meio desanimada.
- Além de ter que andar um montão, a gente ainda sai agoniada de preocupação. É tanto roubo, tanta malvadeza que dá até medo de deixar a casa sozinha. – Complementa Guiomar.
A conversa muda de rumo. Ou melhor, dá umas dicas interessantes para o prefeito Gustavo Fruet. Novo ano, novos ares e novos desafios.
A gestão anterior deixou Curitiba a beira do caos. Uma cidade feia, esburacada, obras inacabadas e caixa minguado.
Um ano se passou. E muita coisa ainda falta prá arrumar para Curitiba. A conversa descompromissada das irmãs aponta para problemas de mobilidade e segurança, questões fundamentais para a harmonia da urbe. E se Curitiba quer facilitar a vida de quem viaja e quer fazer bonito na copa, tem que terminar logo a mexida na rodoviária.
Que tal dar uma acelerada nas obras, prefeito?
- Isso não é nada. Duro mesmo são essas estações-tubo desativadas há mais de um ano. A gente tem que andar um montão prá pegar o ônibus. – Diz Elza, a outra irmã, meio desanimada.
- Além de ter que andar um montão, a gente ainda sai agoniada de preocupação. É tanto roubo, tanta malvadeza que dá até medo de deixar a casa sozinha. – Complementa Guiomar.
A conversa muda de rumo. Ou melhor, dá umas dicas interessantes para o prefeito Gustavo Fruet. Novo ano, novos ares e novos desafios.
A gestão anterior deixou Curitiba a beira do caos. Uma cidade feia, esburacada, obras inacabadas e caixa minguado.
Um ano se passou. E muita coisa ainda falta prá arrumar para Curitiba. A conversa descompromissada das irmãs aponta para problemas de mobilidade e segurança, questões fundamentais para a harmonia da urbe. E se Curitiba quer facilitar a vida de quem viaja e quer fazer bonito na copa, tem que terminar logo a mexida na rodoviária.
Que tal dar uma acelerada nas obras, prefeito?
domingo, dezembro 29, 2013
A Gleisi vem aí!
Para alegria de muitos e dor-de-cabeça para alguns, dia 13 de janeiro a ministra chefe da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT) desembarca no Senado Federal. A mudança de casa significa a retomada ao cargo de senadora conferido pelo povo paranaense. O retorno à função eletiva, sem dúvida, traz proximidade aos conterrâneos, principalmente aos que acompanharam seu trabalho junto à presidenta Dilma.
Bastou a notícia da volta de Gleisi ao Senado, para a imprensa paranaense ficar alvoroçada. Inúmeras manchetes alardeiam os altos índices de aprovação do Beto Richa. Analistas locais prevêem a derrota da oposição no ano que vem diante da performance obtida pelo governador nas pesquisas.
Ora vejam. Na última eleição, Beto Richa e sua magic troupe apostaram todas as fichas na candidatura do insosso Luciano Ducci (PSB) à prefeitura de Curitiba.
A telinha mostrava a cidade como um oásis, graças a gestão tucana a qual Ducci sempre fez parte. Pura estratégia de marketing. E mais. As pesquisas apontavam até aos 45 do segundo tempo a vitória de Ducci. O contraditório mostrou à população a Curitiba real e o pupilo de Beto rodou no primeiro turno.
Gleisi está ciente da situação do Estado: Segurança em frangalhos, saúde precária, serviços públicos decadentes e caixa minguado. A experiência de mais de dois anos na Casa Civil não a distanciou dos paranaenses.
No momento certo o debate será feito. Aí o Beto que se cuide. O Paraná real será desvendado.
Bastou a notícia da volta de Gleisi ao Senado, para a imprensa paranaense ficar alvoroçada. Inúmeras manchetes alardeiam os altos índices de aprovação do Beto Richa. Analistas locais prevêem a derrota da oposição no ano que vem diante da performance obtida pelo governador nas pesquisas.
Ora vejam. Na última eleição, Beto Richa e sua magic troupe apostaram todas as fichas na candidatura do insosso Luciano Ducci (PSB) à prefeitura de Curitiba.
A telinha mostrava a cidade como um oásis, graças a gestão tucana a qual Ducci sempre fez parte. Pura estratégia de marketing. E mais. As pesquisas apontavam até aos 45 do segundo tempo a vitória de Ducci. O contraditório mostrou à população a Curitiba real e o pupilo de Beto rodou no primeiro turno.
Gleisi está ciente da situação do Estado: Segurança em frangalhos, saúde precária, serviços públicos decadentes e caixa minguado. A experiência de mais de dois anos na Casa Civil não a distanciou dos paranaenses.
No momento certo o debate será feito. Aí o Beto que se cuide. O Paraná real será desvendado.
O povo saiu às ruas, Dilma reagiu e o Brasil segue em frente
Análises das mais variadas matizes tentaram vincular única e indiscutivelmente à presidenta Dilma, o motivo dos milhões de brasileiros terem saído às ruas nas manifestações de junho. Deram com os burros n’agua.
A presidenta teve a maestria de agir rápido e sem rodeios. Ouviu os reclamos da sociedade e saiu em campo. Sensível às demandas, transformou o governo num front de ações positivas. No que era de sua competência, ousou, errou, acertou, mas não se omitiu. Dilma deu respostas à sociedade como quem valoriza a democracia, sistema que permite a livre manifestação. Como quem respeita o clamor popular. E o povo, que de bobo não tem nada, percebeu que o buraco era mais em baixo.
O povo viu que desvio do dinheiro público é recorrente. O povo percebeu que corrupção está empresa, na fábrica, no congresso e no judiciário. Que o dinheiro público é uma desgraça na mão do prefeito e do vereador.
Só a imprensa é que não percebeu. Continuou por meses a fio a cobrar do executivo a demora por ações efetivas para atender o grito das ruas de junho.
E o povo percebeu também uma grande e irretocável diferença. Porque atribuir somente à presidenta Dilma o motivo das carências sociais históricas, num país tão vasto e plural? Porque perseguir e punir por corrupção somente os políticos do PT, quando processos semelhantes de políticos graúdos de outros partidos continuam engavetados no sereno aguardo da prescrição?
Essa percepção popular faz pensar em duas reviravoltas. Uma delas, a redenção forçada da mídia e a outra, os bons índices de aceitação do governo Dilma.
Até a imprensa notadamente a serviço dos “de sempre” admite a dificuldade dos adversários do PT vencerem a presidenta nas eleições de 2014. Já estão jogando a toalha. Arriscam até previsões catastróficas na área econômica ou quebra-quebra em massa nos jogas da copa, mas nem por isso afastam a possibilidade de Dilma ganhar a eleição.
Que venha 2014, de preferência, sem sobressaltos.
A presidenta teve a maestria de agir rápido e sem rodeios. Ouviu os reclamos da sociedade e saiu em campo. Sensível às demandas, transformou o governo num front de ações positivas. No que era de sua competência, ousou, errou, acertou, mas não se omitiu. Dilma deu respostas à sociedade como quem valoriza a democracia, sistema que permite a livre manifestação. Como quem respeita o clamor popular. E o povo, que de bobo não tem nada, percebeu que o buraco era mais em baixo.
O povo viu que desvio do dinheiro público é recorrente. O povo percebeu que corrupção está empresa, na fábrica, no congresso e no judiciário. Que o dinheiro público é uma desgraça na mão do prefeito e do vereador.
Só a imprensa é que não percebeu. Continuou por meses a fio a cobrar do executivo a demora por ações efetivas para atender o grito das ruas de junho.
E o povo percebeu também uma grande e irretocável diferença. Porque atribuir somente à presidenta Dilma o motivo das carências sociais históricas, num país tão vasto e plural? Porque perseguir e punir por corrupção somente os políticos do PT, quando processos semelhantes de políticos graúdos de outros partidos continuam engavetados no sereno aguardo da prescrição?
Essa percepção popular faz pensar em duas reviravoltas. Uma delas, a redenção forçada da mídia e a outra, os bons índices de aceitação do governo Dilma.
Até a imprensa notadamente a serviço dos “de sempre” admite a dificuldade dos adversários do PT vencerem a presidenta nas eleições de 2014. Já estão jogando a toalha. Arriscam até previsões catastróficas na área econômica ou quebra-quebra em massa nos jogas da copa, mas nem por isso afastam a possibilidade de Dilma ganhar a eleição.
Que venha 2014, de preferência, sem sobressaltos.
sábado, dezembro 28, 2013
Feliz Ano Novo
Aos meus amigos e amigas, desejo de coração um 2014 com muita saúde e que continuemos no exercício do amor pela vida, da tolerância na adversidade e da solidariedade com quem mais precisa.
Um abraço fraterno a todo mundo.
Um abraço fraterno a todo mundo.
quinta-feira, dezembro 26, 2013
Balanço social em alta no governo Dilma
Analistas de plantão andam dizendo por aí que a economia brasileira não ofereceu bons resultados em 2013. Apontam também parcimônia nos investimentos em infraestrutura e que isso compromete o crescimento.
Ora, se a situação está assim tão caótica como eles pintam, então porque a taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 4,6%, o menor resultado desde 2002?
Se a economia brasileira vai mal, então como o governo conseguiu reduzir de 15% para 6,9% o percentual da população que passa fome?
Como explicar as relevantes evoluções no que diz respeito a saúde? Segundo o IBGE, as áreas que obtiveram melhoria, foram a redução da mortalidade infantil e materna, o tratamento da AIDS e do câncer e capilaridade da atenção básica.
Claro. O Brasil ainda tem desafios e enfrentamentos para melhorar a vida do povo. Mas alarmismos parecem não combinar com o foco do governo Dilma, que é o do equilíbrio econômico combinado com a atenção à população que realmente depende dos serviços públicos para se sentir mais cidadã.
Ora, se a situação está assim tão caótica como eles pintam, então porque a taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 4,6%, o menor resultado desde 2002?
Se a economia brasileira vai mal, então como o governo conseguiu reduzir de 15% para 6,9% o percentual da população que passa fome?
Como explicar as relevantes evoluções no que diz respeito a saúde? Segundo o IBGE, as áreas que obtiveram melhoria, foram a redução da mortalidade infantil e materna, o tratamento da AIDS e do câncer e capilaridade da atenção básica.
Claro. O Brasil ainda tem desafios e enfrentamentos para melhorar a vida do povo. Mas alarmismos parecem não combinar com o foco do governo Dilma, que é o do equilíbrio econômico combinado com a atenção à população que realmente depende dos serviços públicos para se sentir mais cidadã.
Assinar:
Postagens (Atom)