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quinta-feira, dezembro 18, 2014

Ninguém vai mais me mandar embora prá Cuba. Que pena!

O mundo inteiro em aplausos pela retomada das relações diplomáticas dos EUA x Cuba e eu aqui a me remoer com meus botões.

Com certeza, a bonita ilha caribenha não será mais a mesma daqui prá frente.

As ruas seguras sem furtos nem roubos serão tomadas pelo medo e a paisagem urbana será acrescida de mais um guarda em cada esquina.

A criatividade do conserto do motor será dispensada pela facilidade na aquisição de novos bens.

Os quadris acostumados ao ritmo do mambo e chá chá chá, se redescobrirão no funk e os rappers serão as estrelas da noite.

O invejado atendimento público de saúde será sucateado e planos de saúde privados serão ofertados em cada esquina.

A reconhecida qualidade da educação pública cubana terá concorrência direta das escolas particulares caras por excelência.

O ballet e o esporte, cuja fama ultrapassa fronteiras, terão subsistência abalada pela redução dos recursos destinados ao treino e manutenção.

O povo de olhar puro e hospitaleiro será substituído por gente preocupada com a incessante busca do lucro nos negócios.

É o preço.

domingo, julho 20, 2014

Educação: Brasil tem até 2015 para completar a lição de casa

Entre as metas da ONU para a educação a serem cumpridas até 2015, estão a expansão do atendimento escolar na primeira infância, universalização do ensino primário, ampliação das oportunidades de estudo da população adulta, redução do analfabetismo em 50%, alcançar a igualdade de gênero e melhorar a qualidade da educação.

Segundo a Unesco, o Brasil se saiu bem na ampliação do atendimento em creches e pré-escolas e matricula de todas as crianças no ensino fundamental, em principal as meninas e as pertencentes a minorias étnicas. Mas destaca que as condições de acesso não são igualitárias e que a universalização da educação primária não significa a universalização do acesso aos conhecimentos básicos.

O relatório destaca que o Brasil quase universalizou o ensino fundamental, com 94,4% da população de 7 a 14 anos matriculados na escola e que conseguiu reduzir as distorções série-idade, uma vez que a proporção de jovens na idade ideal para o ensino médio é mais do que o dobro da de 1995.

Contudo o Brasil ainda precise de avanços na área, em países de alta renda, as crianças mais pobres estão distantes da educação de melhor qualidade. Na Nova Zelândia, por exemplo, quase todos os estudantes de renda elevada atingem padrões mínimos de aproveitamento nas 4ª e 8ª séries, contra dois terços dos estudantes pobres. Na França, apenas 60% dos imigrantes atingem os patamares mínimos de leitura.

O estudo detalhado e confiável da ONU indica que até agora o Brasil se esforçou e priorizou medidas para melhoras na educação.

segunda-feira, maio 09, 2011

Gestão tucana: sucateia depois privatiza

Desde que assumiu o governo, Beto Richa alardeia que o antecessor deixou dívidas estratosféricas, que a saúde está falida, que a educação tem problemas...
De repente, não mais que de repente, vem a noticia de que o Estado está superavitário.
Então prá que serve a falsa choradeira? Na melhor das hipóteses, é uma boa desculpa pra não investir e depois privatizar. Essa história a gente já conhece.